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Baquité

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Conheça o Baquité, um cesto tradicional confeccionado com palhas nativas dos territórios quilombolas do Pantanal. cesto é ideal para transportar alimentos, ferramentas e utensílios indispensáveis no cotidiano roças de toco. Em nosso Baquité digital, oferecemos curadoria de novidades, e publicações que consideramos essenciais para o aquilombamento promovido pelo nosso projeto. leitura!

No Dia do/a Engen/a Agrônomo/a, este artigo de Fran Paula provoca uma reflexão profunda: e se os engenhos pudessem falar? Através de memórias de infância, uma análise crítica dos manuais agrícolas coloniais e experiências quilombolas, a autorainterpreta o papel da população negra na história agricultura brasileira — não apenas como mão de obra escravizada, mas como criadora de técnicas tecnologias e conhecimentos. Mais que uma denúncia, é um apelo: por ciência agrária que se comprometa com a justiça racial, reconhecendo asovações negras e rompendo com as estruturas do cativeiro. 🌱 Um artigo que quebra o silêncio dos manuais agrícolas e semeia palavras de liberdade.

Este estudo visa aprofundar a compreensão da desigualdade no acesso à terra no Brasil, examinando suas raízes históricas colocam o país entre os líderes na concentração de terras. Buscamos entender como essa desigualdade se inter-relaciona com o racismo e a exclusão dos povos afrodescendentes. A falta de acesso à terra reflete um passado colonial que perpetua desigualdades. Queremos destacar as narrativas das populações exclu da posse da terra, que desempenharam papéis cruciais em lutas contragemônicas. Revisitaremos a importância dos Quilombos e movimentos como a Brecha Camponesa, que foram catalisadores de transformação, buscando alternativas à sociedade colonial Assim, nos perguntamos: qual é o papel do negro na luta pela terra no Brasil? A Reparação Racial ser essencial para um novo modelo de Reforma Agrária? Essas questões centrais nos ajudam a entender a estrutura fundiária brasileira e seu impacto nas populações negras. Convidamos você explorar essas questões, reconhecendo as lutas que merecem espaço. Compreender a história fundi é entender as raízes das desigualdades atuais e projetar um futuro mais justo para todos.

O Atlas Afrodescendentes mapeia a territorial dos Povos Afrodescendentes em 15 países da América Latina e Caribe, incluindo o Brasil, destacando seus direitos territoriais e a relevância para mitigação das mudanças climáticas. Publicado em setembro de 2024 pela Coalizão Internacional, qual a CONAQ Brasil parte, o Atlas resulta de uma parceria entre organizações e acadêmicos do movimento afrodescendente, incluindo a Inativa para os Direitos e Recursos e o Observ de Territórios Éicos e Camponeses da Universidade Javeriana.

Lançado pela CESE no dia 23 de agosto, o livro “Racismo e Sistemas Agroalimentares”, de autoria de Fran Paula, debate o racismo ambiental no Cerrado. A sistematização traz um pouco do registro das reflexões e aprendizados compartilhados durante a vivência dos encontros, diálogos e trocas com organizações, movimentos e povos do Cerrado. Estas atividades foram realizadas em 2021 e 2022, com o apoio do Instituto Ibirapitanga, através da iniciativa de Enfrentamento ao Racismo e Defesa dos Sistemas Agroalimentares. As narrativas presentes no livro aborda temas como Racismo Fundiário, Racismo Ambiental e Racismo Alimentar. 

O projeto Escrevivência poética e da cultura alimentar das mulheres negras, pantaneiras, ribeirinhas e quilombolas de Cáceres/ MT, teve como objetivo registrar e divulgar a Escrevivência poética de mulheres negras, pantaneiras, ribeirinhas e quilombolas de Cáceres e promover a cultura alimentar do município e região, através da seleção e divulgação de receitas produzidas por essas mulheres que contribuem para manutenção da cultura alimentar, suas histórias, e importância para a região.
Ação que se reveste de grande relevância, uma vez que fortalece a identidade das mulheres negras, indígenas, pantaneiras e ribeirinhas de Cáceres, e incentiva a produção cultural, autoestima e o empoderamento dessas mulheres, que sofrem com a invisibilidade em uma sociedade machista e racista.
Produzido pelo Coletivo de Mulheres Negras de Cáceres em 2021, o projeto foi selecionado e recebeu recursos do Edital de Seleção Pública nº 01/2020-CMC - Lei Aldir Blanc, através da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura de Cáceres/MT.
Por fim, apresentamos o e-book como resultado deste lindo projeto, e que este sirva como uma referência histórica do talento, sensibilidade e do poder de cada uma dessas mulheres, sistematizado em cada poesia e receita a seguir.

LIVRO - LANÇAMENTO 
Entre a Terra e a Liberdade: 
Racialização Fundiária e a Resistência Negra no Brasil
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